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O País precisa de infraestrutura para ter um crescimento sustentável

27 de Julho de 2015
Economista do Santander Everton Gomes afirma que há uma relação entre a melhoria da infraestrutura e o desempenho da economia A melhoria da infraestrutura está relacionada com um crescimento sustentável do Brasil no médio prazo, como afirma o economista do Santander Everton Gomes. “Para o Brasil voltar a crescer 4% ao ano, dentro de alguns anos, é preciso sair do papel o pacote de infraestrutura, as reformas da carga tributária, o ajuste fiscal e melhorias em educação”, defende. Na opinião dele, o País deve voltar a crescer entre 2 e 2,5% num prazo de dois anos. A infraestrutura é importante num cenário de crescimento da economia porque contribui para aumentar a produtividade das empresas que é muito baixa no Brasil. “O que vai tornar o crescimento sustentável é o aumento da produtividade. O Brasil vai retomar o crescimento porque é a sétima maior economia do mundo e as empresas não querem ficar de fora desse mercado”, conta Everton. Com o lançamento da segunda etapa do Programa de Investimentos em Logística (PIL), o governo federal transferiu a construção de uma parte da infraestrutura que deve ser feita no País para a iniciativa privada via concessões. “Se o governo federal passar para a iniciativa privada, o que pode ser investido de forma clara, não terá problema”, avalia o professor do Insper e especialista em infraestrutura, Eduardo Padilha.  Padilha argumenta que as obras de infraestrutura que levam mais tempo para serem construídas deveriam ter um planejamento de longo prazo, porque acabam atrasando e ficando muito mais caros, como por exemplo o caso de uma ferrovia que pode levar até uma década para ser implantada. No Nordeste, as obras da Ferrovia Transnordestina se arrastam desde 2007, fazem parte do PAC. Quando iniciada tinha um orçamento de R$ 4,5 bilhões que atualmente está em R$ 7,5 bilhões. A segunda etapa do PIL prevê investimentos de R$ 66,1 bilhões em rodovias, R$ 86,4 bilhões em ferrovias, R$ 37,4 bilhões em portos e R$ 8,5 bilhões em aeroportos. Em Pernambuco, além das rodovias citadas na matéria acima, o programa contempla a concessão de cinco terminais no Porto de Suape.

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